Por Edson Frazão – Detetive Particular com mais de 25 anos de experiência em investigações criminais, fraudes e golpes financeiros.
Resumo do vídeo
Neste vídeo, o detetive Edson Frazão explica por que a maioria dos casos de golpe de estelionatário “morre na praia” nas delegacias, quais erros as vítimas cometem após serem enganadas e qual é o caminho correto para cobrar investigação, inquérito policial e responsabilização. O conteúdo orienta como agir legalmente, quando insistir na delegacia, quando acionar a corregedoria e quando levar o caso ao Ministério Público.
O problema dos golpes financeiros no Brasil
Golpes de estelionato acontecem diariamente no Brasil. A vítima recebe uma ligação, uma oferta ou uma proposta aparentemente legítima, faz um depósito ou transferência e, quando percebe, já perdeu o dinheiro. Ao procurar a delegacia, ouve a famosa frase: “isso vai morrer na praia”.
O que poucas pessoas sabem é que o inquérito policial é um direito do cidadão e que existem caminhos legais para pressionar o andamento da investigação.
O erro mais comum após cair em golpe
O maior erro da vítima é registrar o boletim de ocorrência e simplesmente aguardar. Sem cobrança, acompanhamento e insistência, o processo realmente tende a ficar parado.
O caminho correto após sofrer um golpe de estelionatário
- Registrar o boletim de ocorrência imediatamente
- Exigir a abertura do inquérito policial
- Acompanhar e cobrar o andamento do procedimento
- Se houver recusa ou omissão, acionar a Corregedoria da Polícia
- Persistindo a inércia, levar o caso ao Ministério Público
Por que muitos casos não têm resultado?
Na maioria dos golpes, o dinheiro é rapidamente fragmentado em várias contas, dificultando o rastreio. Além disso, sem flagrante, muitos criminosos acabam soltos em pouco tempo, o que desestimula investigações mal conduzidas.
Quando procurar ajuda profissional
Em casos de valores altos ou golpes bem estruturados, o acompanhamento de um detetive particular experiente, em conjunto com advogados especializados, pode aumentar significativamente as chances de identificar caminhos viáveis.
Links de autoridade e referência
- Polícia Federal – Crimes Financeiros
- Ministério da Justiça
- Ministério Público de São Paulo
- Código Penal – Estelionato
Transcrição revisada do vídeo
Quem nunca teve problema com estelionatário? Quem nunca foi enganado ou passou por uma situação em que acreditou em uma proposta aparentemente correta e acabou fazendo um depósito? Quando a vítima percebe, o dinheiro já foi perdido.
Ao procurar a delegacia, muitas vezes ouve que não há solução. O que poucos sabem é que existe um caminho correto. O inquérito policial é um direito do cidadão, e não pode ser negado.
Se o caso não avança, é necessário cobrar. Caso haja omissão, o caminho é a Corregedoria da Polícia e, posteriormente, o Ministério Público. Sem cobrança, o processo realmente tende a ficar parado.
A realidade é dura: o dinheiro costuma ser pulverizado em diversas contas, tornando a recuperação difícil. Ainda assim, insistir é a única forma de buscar responsabilização.
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