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Traição: uma investigação complexa, um flagrante e as consequências depois da prova

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Nem toda investigação conjugal é “simples”. Neste vídeo, o Detetive Edson Frazão relata um caso real que exigiu planejamento, equipe e logística de campo para obter um flagrante com segurança, sem comprometer a operação.

O caso: quando 1 dia de campo exige uma equipe inteira

O ponto central do relato é a dificuldade operacional: deslocamentos a pé, ônibus, possíveis mudanças de rota e a necessidade de cobertura em pontos diferentes. Para evitar que a acompanhada percebesse a vigilância, a operação foi planejada com vários profissionais posicionados em etapas, cada um cumprindo uma função específica.

Somado a isso, fatores externos atrapalharam a comunicação — como queda de internet, falta de energia e clima severo — o que aumenta o risco de perda do alvo. Ainda assim, a equipe conseguiu retomar a linha de acompanhamento e confirmar o encontro, registrando o flagrante.

Prova não encerra a história: o que acontece depois do flagrante

O vídeo mostra uma realidade comum em investigações conjugais: mesmo após a prova, o cliente enfrenta a parte mais difícil — a decisão emocional e prática sobre o futuro do relacionamento. Em muitos casos, surgem pedidos de perdão, versões contraditórias e tentativas de minimizar o que aconteceu.

Por isso, investigação conjugal não é apenas “filmar e entregar”: envolve relatório, cronologia, contexto e responsabilidade para que o cliente entenda o cenário e tome decisões com mais clareza.

Ética, privacidade e limites legais

Investigação particular não é “terra sem lei”. O detetive deve atuar com zelo, sigilo e respeito à privacidade, evitando qualquer conduta ilícita. A atividade do detetive particular é definida pela legislação brasileira, e a atuação deve se manter dentro da legalidade.

Atenção: qualquer “espionagem” em dispositivo, conta ou comunicação de terceiros pode configurar ilegalidade. O correto é buscar orientação jurídica e contratar um profissional que atue com método e conformidade.

O que este caso ensina

  • Planejamento vence improviso: rotas e mudanças exigem equipe e estratégia.
  • Comunicação falha no mundo real: internet, energia e clima afetam a operação.
  • Prova traz clareza: mas a decisão final depende do cliente.
  • Ética protege o cliente: prova obtida de forma irregular pode virar problema.

Perguntas frequentes

Uma investigação conjugal sempre dá resultado em 1 dia?

Não. Há casos que exigem mais dias e análise de rotina para reduzir risco de perda e aumentar chance de registro com segurança.

O cliente pode acompanhar a campana?

Na prática, isso pode comprometer o trabalho por risco emocional e de exposição. O ideal é o cliente manter distância para não atrapalhar a operação.

O detetive pode “invadir” celular ou redes sociais?

Não. O trabalho deve respeitar limites legais, privacidade e proteção de dados. Sempre desconfie de promessas de métodos ilícitos.

Conclusão

O caso reforça que investigação conjugal bem-feita exige estratégia, controle emocional e respeito à legalidade. Se você precisa esclarecer uma situação com discrição e método, busque orientação profissional.

📌 Atendimento e informações:
Detetives 007 – Site oficial


Transcrição revisada do vídeo (sem repetições)

Olá, eu sou Edson Frazão, detetive particular há mais de 25 anos. Hoje eu vou relatar um caso real de investigação conjugal que foi diferente do comum pela complexidade do acompanhamento.

Em um único dia de serviço, precisamos mobilizar uma equipe maior, porque a acompanhada fazia trechos a pé, havia pontos em que não era possível seguir sem ser notado e existiam várias possibilidades de rota e transporte. Também não sabíamos se ela usaria ônibus, metrô, carona ou aplicativo.

Sabíamos que o destino final seria a praia, mas não qual região. Para piorar, houve tempestade, quedas de sinal e falta de energia, o que atrapalhou a comunicação entre os agentes. Em determinado momento, perdemos o contato, mas conseguimos retomar a linha de acompanhamento e localizar a pessoa no litoral.

Foi realizado o flagrante com registros de imagem e vídeo. O cliente foi informado e recebeu o relatório ao final.

Depois disso, veio a parte mais delicada: o cliente pediu orientação sobre separar ou perdoar. Eu expliquei que a decisão é pessoal, e que cada um sabe o que o coração aceita ou não aceita.

O caso evoluiu com pedidos de perdão e novas dúvidas do cliente sobre confiança e continuidade do relacionamento.

[Trecho editado por segurança e conformidade legal]: o vídeo menciona situações de “monitoramento” e conversas apagadas. Aqui no texto, esse trecho foi resumido para evitar incentivo a práticas ilícitas. O ponto principal do relato é: quando há reincidência, mentiras e ocultação, o cliente precisa avaliar limites e tomar decisões com base em fatos e orientação adequada.

No final, deixo a reflexão: o silêncio e a decisão firme, muitas vezes, são a melhor resposta. Se você gostou, deixe seu comentário e acompanhe os próximos vídeos. Forte abraço.